Vereadora Brena Dianná solicita uma campanha permanente de vacinação contra o HPV

por Mayara Carneiro publicado 10/05/2021 12h59, última modificação 10/05/2021 12h59 Texto: Assessoria Parlamentar / Fotos: Simone Brandão
A vereadora alega que as campanhas estão muito espaçadas e, muitas vezes, acaba não atingindo com eficácia a população das comunidades do interior de Parintins.

No Amazonas, o câncer que mais mata mulheres é o de colo de útero, ocasionado pela infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano – HPV. Por isso, a vereadora Brena Dianná (PSD) solicitou nesta segunda-feira (10/05), no plenário da Câmara Municipal de Parintins, uma campanha permanente de vacinação contra o HPV. 

“Em 2017, segundo a pesquisa desenvolvida pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, que afirma que mais da metade dos jovens brasileiros está infectada com o HPV. Portanto, precisamos fazer uma campanha de vacinação mais eficaz para nossos jovens e imunizar principalmente aqueles que quase não têm acesso a cidade – nosso povo da floresta”, cita a vereadora.

A vereadora alega que as campanhas estão muito espaçadas e, muitas vezes, acaba não atingindo com eficácia a população das comunidades do interior de Parintins. “Com uma campanha mais intensa e permanente, poderemos conscientizar pais e jovens, quanto à importância desta vacina, lembrando que nos meninos esta serve para previnir o câncer do pênis”, ressalta Dianná. 

O HPV, por ser um tipo cancerígeno de lenta evolução, muitas vezes ele pode, nas fases iniciais, ser assintomático. Porém, havendo sintomas, estes são: sangramento vaginal especialmente depois das relações sexuais, no intervalo entre as menstruações ou após a menopausa; corrimento vaginal (leucorreia) de cor escura e com mau cheiro, massa palpável no colo de útero; hemorragias; obstrução das vias urinárias e intestinos; dor lombar e abdominal; perda de apetite e de peso.

A vacina é disponibilizada de 2 a 3 doses para: meninas na faixa etária de 09 a 14 anos; meninos de 11 a 14 anos; pessoas convivendo com HIV de 09 a 26 anos,  estes deverão ter prescrição médica.