Nêga Alencar destaca necessidade atendimento médico da UBS fluvial para a zona rural

por Clely Ferreira publicado 01/06/2020 20h45, última modificação 01/06/2020 21h58 Texto: Assessoria Parlamentar
Outra indicação proposta pela parlamentar, a qual sugere à Prefeitura Municipal de Parintins para decretar luto oficial em respeito e pesar às vítimas fatais do coronavírus até o fim da pandemia, foi aprovada por unanimidade dentro da Casa Legislativa.

A vereadora Nêga Alencar (PSC), durante sessão virtual da Câmara Municipal de Parintins na tarde de segunda-feira, 01 de junho, destacou a necessidade de deslocar a Unidade Básica de Saúde Fluvial (UBSF) “Lygia Loyola” para a zona rural de Parintins com a finalidade primordial de prestar atendimento médico aos interioranos, principalmente no período crítico de pandemia do novo Coronavírus.

Essa discussão se deu em razão da indicação apresentada no dia 27 de maio para a Prefeitura Municipal de Parintins, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), junto ao Comitê de Combate ao Covid-19, em que solicitou um estudo, em caráter de urgência, para que a UBSF realizasse atendimento nas comunidades rurais do município, no entanto, foi rejeitada. No entendimento dos vereadores de situação, os atendimentos da UBSF às comunidades rurais são desnecessárias.

De acordo com Nêga Alencar, com a crise na saúde em tempo de pandemia da Covid-19, as famílias das áreas rurais do município são as mais prejudicadas com a falta de atendimento médico. “A realocação da UBSF para o interior do município prestará atendimento também de saúde básica, acompanhado com testes rápidos, fornecimento de kits de tratamento (caso o resultado for positivo), orientações entre outras medidas de prevenção”, pontuou Nêga Alencar.

 

Luto oficial

Outra indicação proposta pela parlamentar, a qual sugere à Prefeitura Municipal de Parintins para decretar luto oficial em respeito e pesar às vítimas fatais do coronavírus até o fim da pandemia, foi aprovada por unanimidade dentro da Casa Legislativa.

A vereadora agradeceu o apoio dos colegas sobre esta iniciativa e explicou que este ato será realizado por meio de bandeiras hasteadas em todas as repartições públicas e instituições de ensino. Devem permanecer a meio mastro, em homenagem à memória dos mortos pela Covid-19 até que a crise sanitária seja superada.

“Diante deste cenário lamentável, decretar o luto oficial pelas vítimas é mais do que um ato simbólico, é um ato de reconhecimento e solidariedade às famílias enlutadas”, finalizou.