Nêga Alencar destaca mais de 26 anos de retrocesso da atual Gestão Municipal

por Clely Ferreira publicado 05/11/2019 14h45, última modificação 06/11/2019 08h02 Assessoria Parlamentar – Nêga Alencar (PSD)
“São 26 anos, mais 4 anos de retrocesso. quanto tempo perdido que poderíamos ter avançado, evoluído de forma significativa. No entanto, não foi assim que aconteceu. Evoluímos com uma pintura em escolas? Evoluir com medidas paliativas? Nós queremos mudança”, ressaltou Nêga.

A vereadora Nêga Alencar (PSD) na sessão da Câmara Municipal de Parintins de terça-feira, 5 de novembro, comentou sobre o pronunciamento do vereador Maildson Fonseca (PSDB) que abordou sobre as reprovações de contas do ex-prefeito Alexandre da Carbrás. Nêga relembrou que durante seu mandato votou contra a aprovação das contas tanto do ex-prefeito e do atual Bi Garcia (PSDB). Com relação ao atual prefeito (Bi Garcia) seu voto foi o único contrário na aprovação de contas e com relação ao ex-prefeito a reprovação foi com unanimidade.

“Vale salientar que os dois deveriam está com as contas reprovadas porque a gente tá cansado desses ‘vermes’ que passam pelo poder público e levam nosso suor. A população e eu como cidadã e como vereadora me sinto cansada, sabe por quê? Porque não podemos mais aceitar prefeitos que administram através de liminar, não dá mais pra aceitar prefeitos que administram em meios a tantos processos de possíveis ilicitudes, que tem nomes envolvidos em escândalos, em desvios de verbas, luxando com nossas verbas públicas”, frisou Nêga.

Nêga Alencar finalizou seu pronunciamento afirmando: “Os dois gestores mencionados anteriormente, eles devem estar constrangendo os poderes fiscalizadores, porque são os dois maiores personagens do nosso município que utilizam dos órgãos de forma vergonhosa, então é nojento continuar aceitando essa realidade”.

“São 26 anos, mais 4 anos de retrocesso. quanto tempo perdido que poderíamos ter avançado, evoluído de forma significativa. No entanto, não foi assim que aconteceu. Evoluímos com uma pintura em escolas? Evoluir com medidas paliativas? Nós queremos mudança”, ressaltou Nêga.